Edição atual

N. 254 | 12 de janeiro de 2018

Alerta é uma publicação do Núcleo de Disseminação do Conhecimento (NDC) e destina-se a divulgar a produção acadêmica da UFBA registrada no seu Repositório Institucional. O Núcleo foi criado e é mantido pelo Grupo Gestor do Repositório Institucional da Universidade Federal da Bahia (RI/UFBA).

 

Princesa

Oriundo do latim princeps, converteu-se no francês prince e, posteriormente, em princesse. É usado para designar a mulher que dispõe de um título honorífico de principado, podendo ser a esposa de um príncipe ou a descendente de um rei ou uma rainha. No primeiro modo, há casos de mulheres nobres que são oferecidas à príncipes ou mulheres que deixam para trás uma vida como plebeia e adquire o título da realeza. Ela é herdeira da coroa real ou imperial e pode tornar rainha ao se casar com um rei. No RI/UFBA você encontra diversos trabalhos acadêmicos sobre este tema, entre os quais:

 

Uma princesa ‘tombada’ às margens do rio salgado: dinâmica urbana e ações preservacionistas na cidade de Icó, CE

Nascimento, José Clewton do

 

Os homens da Princesa do Sertão: modernidade e identidade masculina em Feira de Santana (1918-1928)

Simões, Kleber José Fonseca

 

"Adeptos da mandinga”: candomblés, curandeiros e repressão policial na Princesa do Sertão (Feira de Santana-BA, 1938-1970)

Oliveira, Josivaldo Pires de

 

De princesas a sapos escaldados: um estudo sobre as mulheres que amam demais anônimas (MADA)

Carvalho, Raquel Florence

 

Princesas do sertão: o universo trans entre o espelho e as ruas de Feira de Santana-BA

Colling, Leandro

 

Estágio

É a prática profissional realizado por um estudante, colocando em prática os seus conhecimentos e as suas competências aprendidas durante o curso, voltados à sua futura profissão. É um ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido em um ambiente de trabalho, preparando o estagiário para o trabalho produtivo, podendo ser eles:  do ensino regular em instituições de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos. A remuneração, diferente do trabalho formal, é reduzida ou nula (estágio voluntário), o que, em muitos casos, é aproveitado pelas empresas para contratar mão-de-obra barata. Há uma lei de nº 11.788/08, chamada Lei do Estágio, que mantém a característica do estágio como atividade sem vínculo empregatício e a necessidade do auxílio dos agentes de integração. No RI/UFBA você encontra diversos trabalhos acadêmicos sobre este tema, entre os quais:

 

O estágio universitário remunerado e a questão da precarização: análise da situação dos estudantes de Economia da UFBA nos anos de 2004 e 2005

Pinto, Jeane Almeida Costa

 

O estágio supervisionado no curso de educação física da UEFS: realidade e possibilidades

Rodrigues, Raquel Cruz Freire

 

Aprendendo a atuar em atenção básica de saúde: contribuições do estágio curricular em Enfermagem

Garcia, Carolina Pedroza de Carvalho

 

A experiência no Estágio Supervisionado em Psicologia Clínica com Orientação Psicanalítica na UFBA

Silva, José Antonio Pereira da

 

Contribuições do estágio supervisionado para o desenvolvimento de competências profissionais do jovem – trabalhador: uma análise dos cursos técnicos do IFBA Campus Salvador.

Santos, Suzana Nascimento dos

 

Sarampo

É uma doença infecciosa aguda, viral, transmissível, extremamente contagiosa e muito comum na infância. O médico árabe Ibn Razi (860-932) foi o primeiro a descrever a doença, porém, a sua vacina só foi desenvolvida em 1963. Os sintomas iniciais apresentados pelo doente são: febre acompanhada de tosse persistente, irritação ocular e corrimento do nariz. Após estes sintomas, geralmente há o aparecimento de manchas avermelhadas no rosto, que progridem em direção aos pés. Além disso, pode causar infecção nos ouvidos, pneumonia, ataques (convulsões e olhar fixo), lesão cerebral e morte. Posteriormente, o vírus pode atingir as vias respiratórias, causar diarreias e até infecções no encéfalo. O sarampo tem como causa a infecção pelo mesmo vírus da rubéola, o Morbili vírus. A transmissão ocorre diretamente, de pessoa a pessoa, geralmente por tosse, espirros, fala ou respiração, por isso a facilidade de contágio da doença. Não existe tratamento específico, o que há é o tratamento para diminuir sintomas como a febre e tosse. Quando o médico indica algum antibiótico, ele servirá para combater alguma possível complicação. No RI/UFBA você encontra diversos trabalhos acadêmicos sobre este tema, entre os quais:

 

Situaçäo epidemiológica do sarampo no Estado da Bahia: um estudo dos casos notificados no período de 1976 a 1986

Costa, Maria da Conceição Nascimento
Mota, Eduardo
Nascimento, Estela Maria Ramos do

 

Paralysias consecutivas às molestias agudas

Bragança, Antonio Militão de

 

Coberturas vacinais superestimadas? Novas evidências a partir do inquérito de Pau da Lima

Silva, Ligia Maria Vieira da
Formigli, Vera Lúcia
Cerqueira, Macius Pontes
Kruchevsky, Leonardo

 

Tolerância à aplicação de megadoses de vitamina A associada à vacinação em crianças no Nordeste do Brasil

Assis, Ana Marlucia de Oliveira
Santos, Leonor Maria Pacheco
Prado, Matildes da Silva
Martins, Maísa Cruz
Barreto, Mauricio Lima

 

Morbidade e mortalidade na infância em uma área rural do Estado da Bahia: um estudo retrospectivo da história materna

Mota, Eduardo
Ribeiro Filho, Raimundo Santana
Costa, Maria da Conceição Nascimento
Menezes, Greice Maria de Souza
Aguiar, Vania Regina Maciel de